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7 de dezembro de 2015

NewsGames! Facebook, Tsu.co, Cobab, GovUp ed altre social networking?

La somma dei cateti è uguale all’hipotenusa! Come in matematica, la somma delle social network è uguale al modello descrittivo della Galassia NewsGames. Insieme e miscelate, Facebook, Tsu.coCobab.reGovUp ed altre social ntetworking formattono la base descrittiva della Teoria dei NewsGames. Tuttavia, separati non sono in grado di transitare nell'orbita dei giochi come emulatori di informazioni e notizie, con la stessa armonia dell'astri nello spazio siderale. Nel Facebook, tutti parlano di se stessi e degli altri, ma solo Mark Zuckerberg e suoi soci rimangono con i dividendi della pubblicità dell'azienda.

Invece, il Tsu.co porta la grande novità per il mondo delle social network: promette trasferire all'utente parte delle risorse che prendono con la propaganda. Il nuovo social network premia chi commenta e produce nuovi contenuti, un aspetto che è molto enfatizzato nella Teoria dei NewsGames - gli utenti sono premiati (sconti, benefici e punti sociali) per aiutare la città in cui vivono a cercare soluzioni reali per i problemi sociali all'interno del bordo del gioco.

Mentre la rete brasiliana Cobab.re cerca di attirare gli utenti per discutere i problemi della loro città, la rete italiana GovUp cerca di ridurre la distanza di comunicazione che ancora esiste tra le istituzioni pubbliche, politici e cittadini. Tuttavia ancora non esiste una vera e propria narrativa sinergia tra i social networking verso al cittadino comuni. Ciascuno cerca il suo mercato e prescindono dalle reali esigenze degli utenti. Coincidenza o non, la Sony ha ridotto i prezzi del PS4 in Europa dopo il presunto uso dei chat dell'apparecchio dai terroristi.

Nella proposta della Teoria dei NewsGames, i cittadini sono invitati a condividere le idee in scambio di boni sociali per il ridurre il poter asimmetrico che ancora esiste tra lo Stato e i cittadini comuni. Oggi tocca ai cittadini pagare le tasse e partecipare d'una democrazia puramente rappresentativa. Nel frattempo, Marco Mengoni suona nella radio ... Lettera e musica del cantante italiano ci ispirano a cercare soluzioni mentre il mondo smantella ogni momento di fronte all'avanzata della mancanza di civismo e di civiltà degli esseri umani ... Ma quando il gioco della vita si diventa difficile è quando dobbiamo giocare ...

'Sostengono Gli eroi
[Se il gioco si fa duro, è da diocare!] ... '

Ma che dire dell'iniziativa della polizia francese di usare una vecchia media per mettere in guardia la popolazione contro il terrorismo? Nell'era digitale, le autorità di sicurezza francese hanno pubblicato pannelli illustrativi analogici di carta em luoghi di grande concentrazione di persone, raccontando ai cittadini come dovrebbero procedere in caso d’attacchi terroristici. Invece d’usare applicazioni digitali e fare gamification sociale, hanno preferito adottare la vecchia tecnica dello storybooard. Può persino funzionare, ma è da notare che non è per caso che l’Apple e la Sansung continuano ad investire pesantemente nella tecnologia mobile.

Nella radio ancora suona Marco Mengoni ...

'Mentre il mondo cade a pezzi
Io compongo nuovi spazi
E desideri che
Appartengono anche a te
Che da sempre sei per me
L'Essenziale ... '

Ed ancora in Francia, il ministro delle Finanze vuole approvare una legge che trasforma i cittadini in boccino. Sotto la protesta dei oppositori al Governo, il disegno di legge prevede un bonus per coloro che gli dellatono evasori fiscali. Questo non c’è nulla con la nostra proposta degli scambi sociali. Non vogliamo mai che giochi come informazioni se trasformano in piattaforme di delazione sociale. Se tutte le azioni di un Governo serio sono stati trasformati in un Newsgame, i cittadini cercano iniziative più creative che non li avrebbe messi in situazione di imbarazzo che li obbligassero a duellare contro i loro coetanei.

Nel nostro blog, abbiamo la disposizione del pubblico una sezione di Donazioned'Investimento per le ticerche delle nuove applicazione e per lo sviluppo di giochi come notizie.

30 de setembro de 2012

Teoria dei NewsGames emergere come un nuovo modello di webgiornalismo

Aggiornato alla 11h36 - 30/09 [Treviso - Italia] La saga della teoria dei NewsGames in cerca di reinventare la piattaforma di giochi come la produzione sostenibile, la circolazione e il consumo di informazioni e notizie. Come tutto che è nuovo, militari di alto grado degli Stati Uniti guardano, in una stanza buia al Pentagono, la dimostrazione incredibile la ascesa della Arpanet. La tecnologia basata '0 e 1 'è la base per la realizzazione della prima rete dei computer del mondo. L'obiettivo del progetto è stato quello di collegare le basi militari internet e centri di ricerca pubblici. Che nel 1969, sembrava un po 'limitata zona militare pochi anni più tardi divenne la febbre in tutto il mondo per uso personale, collettivo, pubblico, senza restrizioni. Con la storia di internet come parametro, i primi passi della Teoria dei NewsGames serve come una torcia nel buio. Contrariamente gioco come puro divertimento, la proposta NewsGames venire come un gioco di pratica reali come mezzi di produzione, la circolazione e il consumo di informazioni e notizie. Leggi più in Portoghese.

25 de março de 2010

Dengue Ville se aproxima da estrutura conceitual da Teoria dos NewsGames


O jogo Dengue Ville chega como um bom exemplar que se encaixa em diversos aspectos dentro da estrutura conceitual da Teoria dos Newsgames: game on-line - games sociais - narrativa aberta - em tempo real - notícia-problema - mídias sociais - miniblogs - nanocomunidades - redes sociais - mobilização social. Tal condição responderia, pelo menos por enquanto, as inúmeras indagações feitas por alunos de vários cursos de Comunicação Social e Multimídia espalhados por todo país. Idealizado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, o game foi inspirado no popular jogo do Facebook, o FarmVille. Ao contrário do primogênito, o Dengue Ville está integrado ao Orkut, rede social mais popular do Brasil. A campanha de combate à dengue também inclui o Twitter. Serão criados dois perfis: "@denguemosquito" e "@matadordadengue". No primeiro momento, o perfil @denguemosquito adicionará perfis relacionados à capital mineira e aos municípios com maior incidência da doença em Minas. Depois, a pessoa seguida pelo mosquito receberá uma mensagem informando que a dengue está lhe seguindo e que, para se proteger, deverá clicar no link da mensagem. Ao clicar, o jogador deixará de ser seguido pelo @denguemosquito e poderá seguir o perfil @matadordadengue. Ao segui-lo, o jogador terá acesso a informações sobre como andam as ações de combate à doença. No game, o jogador pode escolher entre quatro avatares e oito cenários (casa, quintal, interior da casa, rua, lote vago, praça, prédio comercial e parque). A missão é combater os focos de dengue. O internauta passa o mouse e clica, por exemplo, para esvaziar garrafas e pneus, colocar areia nos pratos das plantas, cobrir caixas d'água, mobilizar os vizinhos, distribuir soro caseiro entre as vítimas da doença em um posto de saúde, dentre outras ações. Ao realizar a tarefa, aparecem mensagens educativas, como "Muito bem. Não deixe nenhum vasilhame sem tampa a céu aberto. Vire a boca para baixo e, de preferência, encaminhe o que for lixo para a coleta pública". À medida que o internauta elimina os focos de Aedes aegipty, ele sobe de nível. Começa no iniciante, passa por recruta da saúde, caçador de focos, herói do bairro, até o décimo: o "extermina dengue". Para se encaixar plenamente na Teoria dos NewsGames,defendida por nós, o game deve contar com uma narrativa totalmente aberta, ampla e irrestrita. No caso do Dengue Ville, a solução seria que a sua narrativa fosse estendida para o Google Street, onde os jogadores-cidadãos poderiam se mobilizar discutindo o assunto e postando em tempo real os locais com maior incidência da doença. Para acessar o aplicativo do Orkut, basta ir ao endereço na rede social.

4 de julho de 2009

Reportagem debate newsgames como emuladores autênticos de notícias


A reportagem "Jogo da Verdade" publicada pela Revista Imprensa coloca em debate se os newsgames são emuladores autênticos de notícias, isto é, capazes de se comportar como suportes de produção, circulação e consumo de notícias. Na perspectiva da teoria proposta por Geraldo Seabra, os newsgames não são uma mera plataforma de leitura de notícia em formato de game. Também não são uma mera remediação da notícia tradicional ou daquela disponibilizada em ambiente on-line. Trata-se, na verdade, de um novo modelo de jornalismo on-line, portanto, um emulador autêntico de notícia. E traz em seu âmago o vírus da participação efetiva dos jogadores. No ponto de vista do autor da Teoria dos NewsGames, o novo formato de jornalismo não é uma forma meramente alternativa de leitura e publicação de notícias. Na verdade, os newsgames configuram-se como um novo modelo global de mediação comunitária de informação e notícia. Em suma, trata-se de uma nova forma de se relacionar com a informação, seja ela noticiosa ou não. É verdade que os newsgames produzidos até o momento são uma mera forma de remediação da notícia, indo um pouco adiante dos formatos preexistentes (impresso, radiofônico e televisado e digitalizado). O diferencial estaria apenas na leitura e publicação da notícia em formato de game. Um exemplo desse modelo é o game Sapatada em Bush. Nele, o jogador não participa da notícia publicada em formatos preexistentes. Em geral, os usuários ficam saciados apenas ao entrar em contato com a informação periférica. Na proposta do pesquisador Geraldo Seabra, a notícia disponibilizada nos formatos preexistentes serve como base narrativa para iniciar o jogo. A partir daí, uma sucessão de headlines afins ao tema inicial serão levadas, individualmente pelos jogadores, para dentro da trama por meio de agregadores de conteúdo, baseados na tecnologia RSS. Ao final desse processo participativo, o jogo se comporta com a edição de headlines pelos jogadores, como as publicadas no Twitter pelos iranianos. No auge das manifestações em Teerã, o microblog funcionou como um jogo político de ação e reação informativa. As mini-notícias acabaram funcionando como um parlatório de onde se buscou soluções para cidadãos traídos por um governo ditador. Portanto, os newsgames são sim emuladores notícia, com a edição daquilo que Seabra classifica como NewNews, ou notícias-solução publicadas on-line sobre o tema abordado na trama do jogo. Mas para que tudo isso?, podem questionar os incrédulos dessa quebra de paradigma... Só se muda uma realidade quando os membros de uma comunidade interagem ativamente com a informação gerada por eles mesmos. E essa é a essência da Teoria dos NewsGames. Leia a íntegrada da entrevista.

31 de março de 2009

Miniblog Twitter reproduz fase final dos videogames baseados em notícia


Quem diria! O Twitter se aproxima do mesmo princípio narrativo proposto pela teoria dos games como emuladores de notícia ou acontecimento em tempo real, ao reproduzir a fase final dos newsgames. Pela teoria, a última fase é justamente a publicação de uma notícia-solução proposta pelo grupo de jogadores, após o lançamento de uma notícia-tema (que geralmente coloca em questão um problema social a ser resolvido pelos participantes) que serviu de base narrativa para iniciar a trama do newsgame. Ao apresentar técnicas narrativas presentes também no jornalismo, o miniblog reedita a publicação de posts em forma de lead pelos usuários da rede social. Com posts limitados a um número de caracteres pré-determinados, o Twitter reedita a velha técnica da pirâmide invertida usada na produção da notícia. No final das contas, o suporte do miniblog funciona como uma plataforma de game-texto, reproduzindo a última fase da Teoria dos NewsGames. Além de forçar o usuário a organizar a informação mais relevante em um espaço reduzido, a rede social contribui para que os integrantes da comunidade busquem soluções para assuntos de interesse social.

26 de dezembro de 2008

Diagrama ajuda entender Teoria dos NewsGames


O motor da Teoria dos NewsGames é movido pelo ineditismo de sua própria narrativa, cuja trama é alimentada por notícias ou acontecimentos em tempo real reformatados para uso em suportes de games on-line.Vários jogos já usam essa teoria, mas nenhum com a tecnologia RSS como motor da trama, que é o grande diferencial narrativo em relação aos demais newsgames em ação.

26 de novembro de 2015

Quando la pubblica ammnistrazione si predispone a giocare NewsGames

La legge è di 2014, ma una città italiana della Provincia di Novara ha deciso di uscire in anticipo. È il prima pubblica amministrazione dell'Italia a mettere in pratica la cosiddetta 'Baratto Amministrativo' (in inglese, administrative exchange). L'iniziativa consente ai cittadini comuni possono abbassare le tasse dovute in cambio di lavoro comunitario nella pubblica amministrazione. Questo tipo di scambio tra il governo locale e il cittadino medio è una forma di integrazione sociale proposta dalla Teoria dei NewsGames. Che comporti o no soldi, l'idea è parte della narrazione dei giochi come emulatori d'informazione e notizie. Nel suo gameplay, il governo agisce come un agente sociale, che lavora anche come un giocatore all'interno del gioco.

Invorio é un piccolo centro di 4.500 abitanti nella provincia di Novara. È stato il primo Comune italiano a utilizzare lo strumento previsto dal decreto «Sblocca Italia» approvato esattamente un anno fa. La legge di riferimento è la numero 164 del 2014. All’articolo 24 prevede, per i contribuenti che non possono permettersi di pagare le imposte, «misure di agevolazione della partecipazione nelle comunità locali in materia di tutela e valorizzazione del territorio». Tradotto dal burocratese: chi non può pagare le tasse comunali può barattarle con lavori al verde pubblico e all’arredo urbano. Le imposte vengono cancellate in cambio di cestini svuotati e di strade più pulite.  

Dalla Teoria dei NewsGames, proposta da Geraldo A. Seabra e Luciene A. Santos, cittadini, amministrazione pubblica e gli sponsor del gioco possono e dovrebbero agire come giocatori per la soluzione comunitaria dei problemi sociali comuni. In Brasile un'altra iniziativa mette interessi della comunità in primo piano. Un imprenditore dalla città di Goiania ha deciso d'aderire all'idea di Frigorifero Solidale, che garantisce cibo sano per coloro che non possono permettersi di acquistarlo. La novità è già parte della realtà di alcuni paesi europei, come Portogallo. Come una rondine non fa estate, cosa ancora manca affinchè l'idea del frigorifero solidale  riesce ottenere anche adepti nella pubblica amministrazione e afianco ad altri imprenditori locali? Creare un gameplay comunitario in cui tutti possono partecipare alla risoluzione di problemi comuni. Legge la verzione in Portoghese su Google +.

Nel nostro blog abbiamo a disposizione del pubblico una sezione per le donazionie gli investimenti per ulteriori ricerche e la realizzazione di applicazioni mirate a giochi come notizie.


15 de novembro de 2015

Quando si scrive per il male danneggia anche la Teoria dei NewsGames

‘Eu ando tão nervoso pra te escrever
Os versos mais profundos
Eu roço no seu braço e passo sem mexer
Feliz por um segundo
É sempre a mesma cena
Só te ver no corredor
Esqueço do meu texto
Eu fracasso como ator
Só dou vexame
Fico olhando pros seus peitos
Escorrego na escada,
Acho que assim não vai dar jeito
Educação Sentimental
Eu li um anúncio no jornal
Ninguém vai resistir
Se eu usar os meus poderes para o mal...’

Il tratto è la canzone 'Educação Sentimental' che fa parte del secondo LP della band brasiliana Kid Abelha, uscito nel 1985. Trenta anni dopo, scrivere un semplice testo di amore è diventata una questione di polizia. I nuovi attacchi alla città di Parigi hanno rivelato che scrivere per qualcuno che vogliamo bene può diventare una questione di politica internazionale, tutto perché alcuni di noi ancora avevamo bisogno di usare nostri poteri per il male.

In conferenza stampa, il ministro degli Interni belga Jan Jambon, ha detto che i membri dell’Isis coinvolti negli attentati di Parigi userebbero per comunicare fra loro non solo computer e smartphone, ma sempre più spesso anche console per videogiochi, e soprattutto la PlayStation 4, che sfuggirebbe ai mezzi di controllo dell’intelligence belga. ‘La PlayStation4 è ancora più difficile da intercettare di WhatsApp’ , ha detto il ministro.  

Nella cronica firmata da Bruno Ruffilli (La Stampa), la piattaforma PSN di Sony consente di inviare messaggi di testo e vocali, ma anche immagini e video. Funziona sia per le comunicazioni uno a uno, che per quelle di gruppo (la funzione “Party”): utile per coordinare gli attacchi e le azioni in titoli come Destiny, ad esempio, dove si gioca in squadre. Si possono condividere anche foto, perché l’app della console ha un corrispettivo per smartphone, sia iPhone che Android.

La usano migliaia e migliaia di giocatori ogni giorno e pure la Xbox One ha la sua chat, molto simile ma ovviamente non compatibile. Nel Regno Unito, usare Whatsapp, Snapchat, iMessage potrebbero essere dichiarati illegali. Lo ha detto ieri il primo ministro britannico DavidCameron, in uno dei primi appuntamenti della campagna elettorale per le elezioni che si terranno in maggio.

Cameron ha spiegato che se dovesse essere rieletto, il suo governo metterà al bando gli strumenti che permettono di comunicare in maniera criptata, perché potrebbero essere utilizzati da gruppi terroristici per organizzare i loro movimenti. Molte app di messaggistica, infatti, adottano ora sistemi che non consentono a terzi di intercettare le conversazioni online: Apple, ad esempio, ha più volte spiegato di non poter leggere i messaggi di iMessage, mentre da qualche mese Whatsapp ha introdotto un algoritmo che codifica i testi quando vengono composti sul dispositivo del mittente e li rende di nuovo comprensibili solo quando arrivano al destinatario. 

Quello che Cameron chiede è una backdoor, una porta di servizio delle app e dei servizi di messaggistica, che dia accesso ai dati delle conversazioni in caso di sospetti di attività terroristica, per svolgere attività di prevenzione e fornire informazioni ai servizi di intelligence. La proposta fa parte di un nuovo quadro legislativo che obbligherebbe gli operatori telefonici e i provider internet a raccogliere e conservare alcuni dati degli utenti. Riferendosi a servizi come WhatsApp, Snapchat, Telegram e altri.

Il problema è che la misura d'eccezione proposta dal governo britannico può inibire il buono cittadino di esprimere la loro indignazione e le proposte politiche, come prevede uno dei pilastri della Teoria dei NewsGames: usare i social network e canali di comunicazione dei giochi come strumento per scambio di informazioni tra giocatori. Se al giorno d'oggi scrivere una semplice lettera d'amore per Facebook è diventato un problema di Stato, torniamo ai giorni in cui Gesù scriveva nella sabbia e il virus del suo messaggio era le onde del mare ...

Nel nostro blog abbiamo a disposizione del pubblico una sezione per le donazionie gli investimenti per ulteriori ricerche e la realizzazione di applicazioni mirate a giochi come notizie.

11 de outubro de 2014

L'avvio su Apple Store del primo volume della serie Teoria dei NewsGames

Dopo la pubblicazione nel nostro fan Amazon può seguire il nostro lavoro presso l'Apple Store. Già è in vendita su iTunes Store la versione inglese del nostro primo e-book di quattro volumi della serie Teoria dei NewsGames - games come emulatori notizie. Il materiale è stato diviso su questioni di ricerca, narrazione, impatto sociale e la meccanica. Il primo volume si basa sulla ricerca della tesi Giochi Emulatori dell'informazione (2009). Questa edizione disegna una linea temporale sulla storia della console, titoli multimediali e giochi dal punto di vista delle informazioni di gioco. Il documento descrive inoltre la base teorica di notizie basato giochi e porta un progetto di proposta di un nuovo modello di giornalismo online riprodotto e consumati dalle piattaforme ludo-informativo. Nel corso di questo e-book cerchiamo di demistificare il mondo dei videogiochi demonizzato e sostenere l'idea che i giochi sono le migliori piattaforme per l'apprendimento, le informazioni e aumentare la nostra capacità cognitiva. Nei prossimi giorni, l'Apple Store porrà in vendida la versione in portoghese del e-book. Dal 2012 già sono in vendita su Amazon Store le versioni italiano, inglese e portughese.

29 de setembro de 2012

NewsGames - sinergia tra le reti sociali e i giochi come informazione e notizie


Aggiornato alla 13h33 - 29/09 (Treviso -Italia) La collaborazione nella creazione di informazioni in grado di generare una nuova visione dei giochi basati su notizie, con più potenza e interattività per gli utenti. Incontra tre scenari della piattaforma di social networking come piattaforma descrittivi dei NewsGames. Mentre gli studi più recenti mostrano una preferenza per l'uso degli utenti di social network e forum di discussione, il mercato dei giochi rimarrà "stagnante" in una prospettiva narrativa - narrazioni "classico e secolare" sono ancora l'oca d'oro dei produttori. Indifferente alla tendenza degli utenti web, il settore segue la narrazione stessa verso un impero che gli ha fatto guadagnare miliardi. Come ogni nuovo concetto, la teoria che suggerisce la possibilità di gioco al di là di spettacolo viene eseguito ai margini della galassia dei giochi come divertenti. Sempre alla ricerca di alleati potenti, la Teoria dei NewsGames è in attesa di un'interfaccia affidabile che serve come base descrittiva, per fornire una narrazione di giochi basati su notizie. Anche se il mercato non ha riposto fede in gioco in primo luogo l'informazione, avere qualcuno tenere la torcia alla fine del tunnel. Leggi più in Portoghese.

23 de março de 2012

E’ora sul Amazon versione Italiano dell’e-book Del Odyssey 100 ai NewsGames


Aggiornato alla 10h38 - 23/03 (Treviso-Itália)
E’ora disponibile sul sito Amazon.it versione sull'Italiano dell'e-book Del Odyssey 100 ai NewsGames - una genealogia dei giochi come informazione. L'e-book è una raccolta di tesi di laurea si è sviluppata dal giornalista e professore Geraldo Seabra, oltre 5 anni di ricerca. Il lavoro comprende anche la collaborazione del giornalista Luciene Santos, che ha eseguito il compito di editare il libro. Seconda dell'estensione di lavoro, il materiale è stato diviso in due parti a titolo di pubblicazione editoriale. Nella prima parte del contenuto delinea una linea temporale sulla storia della console, media e titoli di videogiochi, dal punto di vista giochi come informazioni. L’e-book delinea anche le linee guida generali sulla base della Teoria dei NewsGames. Nel secondo parte, che sarà pubblicato più tardi, la carta presenta la "NewsGames basate su applicazioni gamification - giochi in formato di notizie applicati in ambienti non-giochi". Dalla ripartizione di un nuovo modello di giornalismo online, si propone la strutturazione della Teoria dei NewsGames dal punto di vista della produzione, la pubblicazione e il consumo di notizie. E 'ora anche versioni disponibili dell'e-book in inglese e portoghese. Accedi qui sito Amazon.it. Una buona lettura per tutti!

18 de janeiro de 2010

Games on-line emulam conteúdo informativo de qualidade em tempo real


Para a maioria dos fãs de videogame, os jogos on-line servem apenas para entreter e mais nada, haja vista que os jogos que ultrapassaram a cifra de US$ 1 bilhão de dólares em vendas apelam muito mais para diversão do que para a informação, caso por exemplo dos jogos Call of duty: modern warfare 2, Guitar Hero 3 e World of Warcraft. Em 2009, Call of duty: modern warfare 2 também foi o jogo mais pirateado da rede. Mas o que pouco gente sabe é que, se jogado on-line, qualquer gênero de game pode emular conteúdo informativo em tempo real, isso se houver permissão por parte de seus desenvolvedores. Em geral, games on-line contam com ferramentas de comunicação que permitem a troca de informação entre os jogadores. Através de canais de voz ou mensagens instantâneas, os usuários extrapolam o universo informacional do próprio jogo, levando para dentro do ecrã informações que vão desde amenidades à ajuda humanitária a populações vítimas de catástrofes naturais. Os adeptos do game Farmville engajaram na campanha de ajuda às vítimas do terremoto do país mais pobre das Américas. No jogo, o usuário é convidado a administrar uma fazenda e pode convidar amigos comuns para jogar. Afinal, o jogo é rodado na rede social do FaceBook e permite comprar e vender créditos. Agora a produtora do game pretende doar parte do valor para socorro às vítimas do terremoto no Haiti. Taí a informação que interessa! Assim como já ocorre com game similar Colheita Feliz (rodado na rede social do Orkut), o Farmville permite a troca incessante de informação, sejam deassuntos ligados à tragédia em si, sejam de assuntos ligados ao jogo propriamente dito. Nas redes sociais,a troca de informação pode ser feita através de scraps – mensagens de texto enviadas entre amigos dentro do espaço destinado a recados. Outro canal de comunicação são as mensagens enviadas através de microblogs, um dos pilares da Teoria dos NewsGames. Quando um jogador troca informações com outro colega de jogo usando o Twitter, ele sem saber está assumindo a função social até então destinada apenas a jornalistas profissionais. Por quê? Ao escrever de forma sintética uma informação em 140 caracteres, o jogador está na verdade reproduzindo uma das principais técnicas de redação jornalística: a velha e ainda atual pirâmide invertida – descrição da informação a partir do mais importante. A única diferença em relação aos NewsGames autênticos propostos por nós(que promovem as três fases processuais da notícia - produção,circulação e consumo) está no fato de os jogadores não se atentarem para o fato de que, ao participar de uma campanha de ajuda humanitária ao Haiti por meio de um game, estão na verdade buscando soluções para o âmago do problema que gerou a notícia-tema. E o jogo acabou, então? Jamais! Aliás, na perspectiva da Teoria dos NewsGames, o jogo somos nós em atitude por meio de mobilizações sociais para a busca de soluções de problemas comuns. A nós não importa mais a monetização vil da notícia, mas o impacto que ela pode gerar em nossas vidas... Viva o Haiti!

27 de novembro de 2009

União Xbox/Facebook inicia era dos games integrados por redes sociais


Como já havíamos previsto em março deste ano no post “Jogos sociais podem alimentar o motor narrativo da Teoria dos NewsGames”, as plataformas de games on-line (ou jogos sociais) passaram a funcionar definitivamente como suportes lúdicos de comunicação baseados em redes sociais. A primazia coube à integração entre a plataforma de game Xbox Life e a rede social Facebook. Lançado na semana passada, o novo recurso já foi experimentado por mais 2 milhões de internautas. Pegando carona na novidade, mais de meio milhão de contas foram criadas na Last.fm nas últimas 24 horas, por conta da atualização do Xbox. Segundo fontes da GamePro, a Microsoft já detectou que 10% dos usuários do Live haviam ativado suas contas ao novo modelo de comunicação e entretenimento. Porém, a redação da PCWorld informa que alguns jogadores têm se queixado de que a implementação do Facebook é muito limitada em sua forma atual, e que isso não explora o potencial do serviço como poderia. De fato isso é verdade. Mas temos que ir com muita calma diante do novo, afinal a integração das plataformas de games e redes sociais não ocorrerá da noite para o dia, embora tenhamos tecnologia capaz para isso. Será preciso mudar a cultura da interface atual, ancorada nos modelos dos portais de notícia e na concorrência de marcas e serviços. O futuro da interface digital será formatado a partir do conceito proposto na Teoria dos NewsGames, segundo a qual os jogos sociais (games jogados em massa, a exemplo dos MMOGs – Massively Multiplayer Online Games) vão funcionar como suportes lúdicos de comunicação baseados em redes sociais. A questão é integrar todas essas redes sociais (Orkut, H5, MySpace, Sônico entre outras tantas) em interfaces distintas de jogo que use toda a internet como forma de entretenimento e, sobretudo, de mobilização social em torno de causas sociais comuns, por meio da troca de informações emuladas a partir desse tipo de narrativa. Nesse novo cenário midiático, o poder das marcas dos produtos e serviços fica em segundo plano ou bastante relativizado. Porque brincar e se divertir virou coisa muito séria...

22 de setembro de 2009

Defesa da dissertação da Teoria dos NewsGames é aprovada com louvor


O professor e jornalista Geraldo Seabra foi aprovado com louvor em sua defesa de dissertação Games como Emuladores de Informação, apresentada ao Curso de Mestrado em Comunicação Social, como requisito para obtenção do título de Mestre em Comunicação, Estudos Midiáticos e Tecnologia. Montada no dia 18 de setembro no Campus do IETEC (Juiz de Fora), a banca foi constituída pelos professores doutores Fátima Feliciano (Unipac Juiz de Fora), Rosa Maria Nava (Unipac Juiz de Fora), Margareth Carvalho (Unipac Juiz de Fora) e José Geraldo (UFMG Viçosa). Na primeira parte do trabalho foi apresentado o estudo dos suportes de games como emuladores de informação e plataforma capaz de gerar habilidades e competências para uso cotidiano e profissional. Segunda parte, a defesa da proposta de um novo modelo de Jornalismo Online: NewsGames – games como emuladores de notícias ou acontecimento em tempo real. Ao longo da apresentação, Seabra apresentou novas pesquisas que atestam os videogames como suportes que proporcionam o aumento da capacidade cognitivas dos jogadores. Um dos pontos fundamentais da pesquisa foi a proposição da quebra da dicotomia entre a razão apolínica e a cultura do prazer dionisíaca, sem a qual a informação contida nos games pode ficar em segundo plano. Afinal, os games ainda hoje são encarados como mero entretenimento, quando na verdade emulam informação que gera habilidades e competências para uso cotidiano e profissional. Durante sua exposição, Seabra apontou algumas razões para se manter esse imaginário meio underground em torno dos games. A indústria dos jogos eletrônicos sempre procurou vender games com narrativas milenares (chamados de contos maravilhosos) onde o herói é sempre o centro da trama. Essa engenharia de marketing das empresas funciona como ópio na mente e corações de crianças menores de 12 anos, idade em que não contam com o poder de abstração (PIAGET, 1985). “As crianças crescem achando que esse tipo de narrativa alienante é a mais adequada para seu crescimento cultural, condena o mais novo mestre em Comunicação Social. Para Seabra, o tiro saiu pela culatra! Afinal, mesmo sem saber (jogadores e produtores de games), os jogos (qualquer gênero e narrativa) são emuladores de informação – Do ingênuo jogo de cartas ao violento game Medal Of Honor (MOH). Sobre a Teoria dos NewsGames, Seabra enfatizou que não se trata de uma mera remediação da notícia (forma alternativa de circulação e consumo), mas sim uma nova forma de produção, circulação e consumo de notícias em suportes de games on-line. Em relação às seis características do jornalismo on-line (propostas por Palácios 2003), Seabra acrescentou mais uma: a Ludicidade Imanente do Meio, cujo diferencial (diversional ou infotenimento) garante aos newsgames fator inigualável quando comparado aos demais gêneros jornalísticos (informativo, interpretativo, opinativo) e a outros formatos e produção, circulação e consumo de notícias na Web. O ponto alto da defesa ficou conta das Tétrades dos NewsGames, algo ainda não apresentado por nenhum pesquisador da área: ESTENDE – Interatividade em suportes lúdicos e horizontalizada; redes de nano-audiências de leitores/produtores de notícia; REVERTE – Jornalismo de nano-agenciamento social (Relativização do jornalismo tradicional, cooperativo e comunitário); ludicidade imanente do meio; RECUPERA – Essência lúdica do jornalismo(jogral, teatro) jornalismo de Cordel e Repentista; usuário entra em contato com a informação de forma lúdica; e OBSOLESCE – Notícia de conteúdo vazio; Era dos gamers-jornalistas – Jornalismo 4.0. Então, bem-vindos à Galáxia dos Gamers!

23 de agosto de 2009

Jogo educativo sobre Crise Mundial 2008 baseado na Teoria dos NewsGames


Apesar de ser anunciado como jogo educativo, o game brasileiro A Pequena Grande Crise revela-se como um excelente jogo de newsgames – notícia apresentada em formato de game. Nele o jogador assume o cargo de presidente de um Banco Central durante a crise financeira de 2008. O jogo utiliza recursos de animação e dublagem. O resultado final do projeto é bastante ousado e garante ao jogador lidar com informações reais do mercado financeiro. O jogo desenvolvido por Richard Rytenband é bem parecido com os chamados Editorial Games com o uso alternativo da notícia em suportes de game, ou seja, uma forma complementar ao Jornalismo Online, visando atrair a atenção dos jovens para a leitura da notícia, uma vez que estão cada vez mais imersos na Galáxia dos Gamers. Nesse formato, o game apenas apresenta e promove a circulação da informação noticiosa através de suportes on-line de games. Portanto, a proposta da O2 Games, empresa que criou o jogo, não fecha o tripé proposto pela Teoria dos NewsGames, que prevê a produção, veiculação e circulação da informação em suportes de games on-line. Para isso seria necessário que a sua narrativa fosse aberta permitindo aos jogadores a manipulação de informações disponibilizadas também na rede. Fundada em dezembro de 2005, a O2Games é comandada por Bernardo Bethonico e Daniel Coquieri. Além de jogos educativos, são desenvolvidos jogos on-line massivo multiplayer, games de simulação empresarial, advergame e webgames.

30 de março de 2009

Jogos sociais podem alimentar motor narrativo da Teoria dos NewsGames


Os jogos sociais podem funcionar como bases narrativas para alimentar o megamotor narrativo proposto pela Teoria dos NewsGames. Os jogos sociais são games jogados em massa, a exemplo dos MMOGs – Massively Multiplayer Online Games. Mas aqui o termo composto tem seu significado ampliado e também passa a ser encarado como suportes lúdicos de comunicação baseados em redes sociais, como Orkut, FaceBook, MySpace, entre outros tantos espalhados pela rede. A questão é integrar todas essas redes sociais em interfaces distintas de jogo que use toda a internet como forma de entretenimento e, sobretudo, de mobilização social em torno de causas sociais comuns, por meio da troca de informações emuladas a partir desse tipo de narrativa. A campanha Hora do Planeta é um exemplo de game social com objetivo de mobilização mundial de pessoas e comunidades contra o aquecimento global. A idéia de um game social com base em redes sociais além da cibervadiagem é bastante plausível, afinal, a arquitetura da Internet em si já nasceu para funcionar como um grande game social. Mesmo com dados partindo de várias partes do mundo, a web consegue promover o encontro de pessoas e a troca de informações numa mesma interface midiática. O jogo brasileiro Taikodom é experimento de game massivo social on-line, que combina a emoção dos games massivos e a atividade social dos mundos virtuais. Já a comunidade Doof amplia mais o seu universo de ação ao funcionar como uma rede social de jogos online. Tal como outras redes sociais na Internet, a Doof permite partilhar interesses comuns sobre jogos, convidar amigos para vivenciar essa nova experiência, teclar como no MSN, além de poder jogar bons jogos online.

8 de março de 2009

Editores do Blog dos NewsGames lançam 'Game News Collaborator'


O Blog dos NewsGames lança mais uma novidade: o Game News Collaborator(GNC) – um game de notícia colaborativo editado no Protagonize, site de edição colaborativa de texto. No game-notícia, o jogador deve dar continuidade à notícia postada pelos editores do blog. Ao fazer a sua postagem, o usuário deve procurar sempre dar uma solução ao problema identificado em negrito em cada notícia, como propõe a Teoria dos NewsGames ao incentivar a mobilização social através da informação participativa. A primeira notícia teste foi postada pelo editor do blog, Geraldo Seabra, sobre o retorno aos gramados de Ronaldo, atacante do Corinthians. A co-editora do Blog dos NewsGames, Luciene Santos, deu prosseguimento à notícia, apontando sugestões para se recuperar a carreira do Fenômeno. O assinante do blog pode participar do game ativamente, basta fazer o login e jogar. Para postar, o jogador deve acessar a seção RECENT ACTIVITY e clicar na historia desejada, quando aparecerá os capítulos em sequência já adicionados ao game. O usuário deve ir até o último capítulo postado para, assim então, redigir a continuação da história. Feito isso, o próximo passo é postar o título do capítulo posterior, que será produzido por um novo jogador. A iniciativa do jogo tem como objetivo promover a Teoria dos NewsGames – games como emuladores de notícias, ou games baseados em notícia ou acontecimentos em tempo real.

7 de março de 2009

Descubra agora os segredos por trás do megamotor da Teoria dos NewsGames


Tudo que se movimenta precisa de um motor? Nem sempre. Mas o que o está por trás da narrativa dos NewsGames é um megamotor cuja propulsão rompe com todos os padrões narrativos usados pelos games atuais. Antes de entrar na tecnologia que alimenta o motor dos NewsGames, é preciso entender o processo de transposição da notícia tradicional para o ambiente hipertextual onde os Newsgames rodam. A disponibilização da notícia tradicional ocorre a partir da velha técnica da pirâmide invertida, onde a edição da informação ocorre de forma decrescente, indo do mais ao menos importante. Mas esse modelo não coaduna mais com o advento do hipertexto. Surge então a estrutura hipertextual de disponibilização da notícia, utilizando todos os recursos multimídia disponíveis na rede. No esquema proposto por Salaverría (1999), a informação principal alimenta a narrativa, porém, as informações adicionais são dispostas levando em conta os recursos inerentes ao ambiente multimídia. E a Teoria dos NewsGames se encaixa perfeitamente no esquema de Salaverría.Confira a íntegra na sua WebTV NewsGames!

1 de fevereiro de 2009

Criação colaborativa de games se aproxima da Teoria dos NewsGames


A primeira edição do Global Game Jam propõe que equipes aleatórias criem o seu próprio jogo em 48 horas. O tema é revelado apenas durante o evento, cujo desafio atrai cerca de 1.700 programadores reunidos em 53 cidades de vários pontos do mundo. Segundo os organizadores, não é uma competição, é um evento com espírito colaborativo. A iniciativa se aproxima da tese proposta na Teoria dos NewsGames, segundo a qual, os jogadores co-produzem o próprio jogo usando ferramentas disponibilizadas on-line. O game começa a partir de uma temática baseada em uma notícia ou acontecimento em tempo real.

20 de novembro de 2008

Teoria reforça interação entre jogadores de games


Ouça agora Podcast 31 'Mito da Teoria dos Seis Graus' que reforça a tese em torno da qual as comunidades de games promoveriam uma interação maior entre os seus adeptos, em comparação com outras mídias. Acesse a versão escrita em Inglês e português.