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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por Pós-humano

Jogdores de games já estão na Era do Homem Pós-humano

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Como já dissemos em episódios anteriores, o homem pós-humano está entre nós. E pode ser encontrado em qualquer lugar, inclusive, em lan houses e casas de jogos. Enquanto buscamos reconhecer a existência entre nós do homem pós-humano, a TV ainda promove, no seu horário nobre, o rebaixamento do ser humano à condição de mero animal de estimação. No BBB 9, a novidade é uma casa de vidro num shopping center, onde ilustres desconhecidos são a grande atração num deprimente zoológico humano.Ouça o Podcast 37 e acesse a versão escrita em Português e Inglês.

Games como emuladores de informação, aprendizagem e cognição pós-humana

O conteúdo deste artigo é baseado em dissertação de mestrado. Nele, os games são encarados como emuladores de informação, aprendizagem e propulsão cognitiva para o advento do homem pós-humano.

"Hibridização Cognitiva" explora a ingenuidade de quem pensa que apenas os games podem promover a tão aguardada "revolução cognitiva"

É ingênuo pensar que apenas as interfaces e narrativas dos games têm por si só a capacidade de promover a revolução cognitiva que o homem atual necessita para atingir o tão esperado status de homem pós-humano. Leia +!

Capitalismo — Falência da Prosperidade Prometida e do Marketing da Esperança? Crepúsculo dos Homo Sapiens? Harari e Fischer tentam responder!

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  O contraste entre a utopia tecnológica otimista de Yuval Noah Harari e o diagnóstico sombrio do Realismo Capitalista de Mark Fisher é talvez o melhor prisma para compreender o zeitgeist contemporâneo — um tempo em que o futuro foi sequestrado pelo lucro e a esperança virou ativo especulativo. Enquanto Harari, o historiador pop israelense de projeção global, empacota o mito do “homem capitalista infalível” em best-sellers como Homo Deus, Mark Fisher — o pensador marxista e professor que via na cultura o campo de batalha do capitalismo — ergue a contranarrativa radical. Sua frase icônica, “é mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo”, condensa o drama do nosso tempo: a prisão psicológica e simbólica que faz do capitalismo o único horizonte concebível, limitando até mesmo nossa capacidade de desejar qualquer novo sem os capitalistas.  Fisher não se contentou em denunciar essa anestesia social; buscou, em obras como Desejo Pós-Capitalista, traçar as rota...

O século XXI: A besta da desinformação como o nosso maior anticristo? Se Nostradamus acertou no conteúdo — o engano — provavelmente errou na forma — a pessoa.

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Se o anticristo de Nostradamus nunca vestiu farda, coroa ou manto vermelho, talvez porque ele não seja um homem de carne e osso — mas um algoritmo. Um ente invisível que habita as redes, alimenta-se de cliques e reproduz-se à velocidade da histeria. A desinformação, mais do que um sintoma, é o próprio anticristo de nosso tempo: não surge para destruir corpos, mas para devorar corações e mentes, especialmente os que ainda buscam sentido em coisas do que na alma das pessoas. Nostradamus imaginou o Anticristo como uma força de engano global, um sedutor das massas, um mestre da mentira que arrastaria multidões ao erro. Ele apenas errou a forma — não seria um tirano de carne e osso, mas uma arquitetura de dados, uma máquina de distorcer o real. As fake news são suas profecias reversas: não anunciam o futuro, fabricam-no, moldando percepções e corroendo a ideia de verdade até que tudo se torne relativo — exceto o lucro das big techs. A desinformação é o milagre invertido: multiplica o pã...