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22 de setembro de 2009

Defesa da dissertação da Teoria dos NewsGames é aprovada com louvor


O professor e jornalista Geraldo Seabra foi aprovado com louvor em sua defesa de dissertação Games como Emuladores de Informação, apresentada ao Curso de Mestrado em Comunicação Social, como requisito para obtenção do título de Mestre em Comunicação, Estudos Midiáticos e Tecnologia. Montada no dia 18 de setembro no Campus do IETEC (Juiz de Fora), a banca foi constituída pelos professores doutores Fátima Feliciano (Unipac Juiz de Fora), Rosa Maria Nava (Unipac Juiz de Fora), Margareth Carvalho (Unipac Juiz de Fora) e José Geraldo (UFMG Viçosa). Na primeira parte do trabalho foi apresentado o estudo dos suportes de games como emuladores de informação e plataforma capaz de gerar habilidades e competências para uso cotidiano e profissional. Segunda parte, a defesa da proposta de um novo modelo de Jornalismo Online: NewsGames – games como emuladores de notícias ou acontecimento em tempo real. Ao longo da apresentação, Seabra apresentou novas pesquisas que atestam os videogames como suportes que proporcionam o aumento da capacidade cognitivas dos jogadores. Um dos pontos fundamentais da pesquisa foi a proposição da quebra da dicotomia entre a razão apolínica e a cultura do prazer dionisíaca, sem a qual a informação contida nos games pode ficar em segundo plano. Afinal, os games ainda hoje são encarados como mero entretenimento, quando na verdade emulam informação que gera habilidades e competências para uso cotidiano e profissional. Durante sua exposição, Seabra apontou algumas razões para se manter esse imaginário meio underground em torno dos games. A indústria dos jogos eletrônicos sempre procurou vender games com narrativas milenares (chamados de contos maravilhosos) onde o herói é sempre o centro da trama. Essa engenharia de marketing das empresas funciona como ópio na mente e corações de crianças menores de 12 anos, idade em que não contam com o poder de abstração (PIAGET, 1985). “As crianças crescem achando que esse tipo de narrativa alienante é a mais adequada para seu crescimento cultural, condena o mais novo mestre em Comunicação Social. Para Seabra, o tiro saiu pela culatra! Afinal, mesmo sem saber (jogadores e produtores de games), os jogos (qualquer gênero e narrativa) são emuladores de informação – Do ingênuo jogo de cartas ao violento game Medal Of Honor (MOH). Sobre a Teoria dos NewsGames, Seabra enfatizou que não se trata de uma mera remediação da notícia (forma alternativa de circulação e consumo), mas sim uma nova forma de produção, circulação e consumo de notícias em suportes de games on-line. Em relação às seis características do jornalismo on-line (propostas por Palácios 2003), Seabra acrescentou mais uma: a Ludicidade Imanente do Meio, cujo diferencial (diversional ou infotenimento) garante aos newsgames fator inigualável quando comparado aos demais gêneros jornalísticos (informativo, interpretativo, opinativo) e a outros formatos e produção, circulação e consumo de notícias na Web. O ponto alto da defesa ficou conta das Tétrades dos NewsGames, algo ainda não apresentado por nenhum pesquisador da área: ESTENDE – Interatividade em suportes lúdicos e horizontalizada; redes de nano-audiências de leitores/produtores de notícia; REVERTE – Jornalismo de nano-agenciamento social (Relativização do jornalismo tradicional, cooperativo e comunitário); ludicidade imanente do meio; RECUPERA – Essência lúdica do jornalismo(jogral, teatro) jornalismo de Cordel e Repentista; usuário entra em contato com a informação de forma lúdica; e OBSOLESCE – Notícia de conteúdo vazio; Era dos gamers-jornalistas – Jornalismo 4.0. Então, bem-vindos à Galáxia dos Gamers!

4 de julho de 2009

Reportagem debate newsgames como emuladores autênticos de notícias


A reportagem "Jogo da Verdade" publicada pela Revista Imprensa coloca em debate se os newsgames são emuladores autênticos de notícias, isto é, capazes de se comportar como suportes de produção, circulação e consumo de notícias. Na perspectiva da teoria proposta por Geraldo Seabra, os newsgames não são uma mera plataforma de leitura de notícia em formato de game. Também não são uma mera remediação da notícia tradicional ou daquela disponibilizada em ambiente on-line. Trata-se, na verdade, de um novo modelo de jornalismo on-line, portanto, um emulador autêntico de notícia. E traz em seu âmago o vírus da participação efetiva dos jogadores. No ponto de vista do autor da Teoria dos NewsGames, o novo formato de jornalismo não é uma forma meramente alternativa de leitura e publicação de notícias. Na verdade, os newsgames configuram-se como um novo modelo global de mediação comunitária de informação e notícia. Em suma, trata-se de uma nova forma de se relacionar com a informação, seja ela noticiosa ou não. É verdade que os newsgames produzidos até o momento são uma mera forma de remediação da notícia, indo um pouco adiante dos formatos preexistentes (impresso, radiofônico e televisado e digitalizado). O diferencial estaria apenas na leitura e publicação da notícia em formato de game. Um exemplo desse modelo é o game Sapatada em Bush. Nele, o jogador não participa da notícia publicada em formatos preexistentes. Em geral, os usuários ficam saciados apenas ao entrar em contato com a informação periférica. Na proposta do pesquisador Geraldo Seabra, a notícia disponibilizada nos formatos preexistentes serve como base narrativa para iniciar o jogo. A partir daí, uma sucessão de headlines afins ao tema inicial serão levadas, individualmente pelos jogadores, para dentro da trama por meio de agregadores de conteúdo, baseados na tecnologia RSS. Ao final desse processo participativo, o jogo se comporta com a edição de headlines pelos jogadores, como as publicadas no Twitter pelos iranianos. No auge das manifestações em Teerã, o microblog funcionou como um jogo político de ação e reação informativa. As mini-notícias acabaram funcionando como um parlatório de onde se buscou soluções para cidadãos traídos por um governo ditador. Portanto, os newsgames são sim emuladores notícia, com a edição daquilo que Seabra classifica como NewNews, ou notícias-solução publicadas on-line sobre o tema abordado na trama do jogo. Mas para que tudo isso?, podem questionar os incrédulos dessa quebra de paradigma... Só se muda uma realidade quando os membros de uma comunidade interagem ativamente com a informação gerada por eles mesmos. E essa é a essência da Teoria dos NewsGames. Leia a íntegrada da entrevista.

5 de junho de 2009

Emulador universal promete resgatar história informativa dos videogames


Um grupo de pesquisadores da Universidade de Portsmouth, do Reino Unido, está testando emulador capaz de reconhecer e rodar qualquer tipo de jogo eletrônico e arquivos digitais disponibilizados desde 1970. A iniciativa faz parte do Projeto KEEP (Keeping Emulation Environments Portable), que reúne cientistas de cinco países europeus. A função do emulador é fazer com que softwares de uma máquina atual funcionem como um sistema antigo. A proposta promete resgatar a histórica informativa de games antigos. Afinal, do baralho ao Counter Strike, os games de uma forma geral apresentando conteúdo com alto valor cognitivo e cultural. O que estava perdido em museus em breve poderá funcionar como suporte informativo, afinal todo e qualquer jogo emula informação para uso escolar, no cotidiano ou no universo profissional. Atualmente, quase todos os sistemas antigos possuem emuladores disponíveis gratuitamente na internet. Muitos deles podem ser encontrados em sites concentradores, como os famosos emulation zone e emulator zone. Mas, via de regra, os emuladores disponíveis são limitados a apenas um console ou a consoles de um único fabricante. Há softwares como o GameBase e o MESS que permitem usar vários emuladores de diferentes consoles em uma única interface. O MESS, por exemplo, suporta mais de 700 consoles diferentes. Uma iniciativa parecida, mas para os games do tipo arcade (conhecidos no Brasil como “máquinas de fliperama”) é o MAME, acrônimo para Multiple Arcade Machine Emulator. O MAME é um software que pretende, segundo o próprio site, “manter viva para as futuras gerações a lembrança desses jogos arcade mesmo quando o hardware original parar de funcionar”. Entretanto, a proposta dos cientistas é criar um ambiente universal que possa concentrar as informações e softwares exatamente como foram criados para serem rodadas, com o ambicioso objetivo de cobrir todos os consoles e videogames já produzidos. Ainda hoje os jogos são tratados como elementos descartáveis, mas cada vez mais se firmam como parte importante da história cultural, pois têm se tornado um dos maiores formatos de mídia do planeta, capaz de atrair uma massa crescente de jovens aficionados por jogos. Quando o projeto estiver pronto, poderá reconhecer e jogar todos os tipos de arquivos de games eletrônicos desde títulos da década de 70, como Space Invaders.

24 de julho de 2009

Imaginário negativo reforça games violentos como grandes vilões aos jovens


Ao contrário do que se pensa, o problema em torno dos games violentos não estaria no âmago de sua narrativa, isto é, na forma como os jogadores são conduzidos pela trama do jogo. Afinal, o cérebro é funcionalista por cumprir funções cognitivas. Nas informações implícitas no jogo (muito comum em games violentos), o cérebro ativa um sistema de compensação cognitiva e passa a trabalhar no sentido de completar o contexto visual da trama através de informações preexistentes contidas no repertório cultural de cada jogador. Quando e onde essas informações, absorvidas ao jogar, serão usadas fora do jogo vai variar de jogador para jogador. Portanto, o grande vilão dos jogos violentos certamente está no imaginário negativo criado pela mídia em torno desses “brinquedos” de compensação cognitiva. A partir do momento que Hollywood passou a faturar menos que a indústria de games, a mídia iniciou uma cruzada sem precedentes com intuito de demonizar os jogos eletrônicos de uma forma geral. É bom deixar bem claro que, de uma despretensiosa partida de baralho ao violento Counter Strike, todo e qualquer jogo é um emulador de habilidades e competências para uso cotidiano e profissional. Além do mais são excelentes emuladores de informação, principalmente daquela de uso segmentado dentro de comunidades nas quais os jogadores estão engajados. De posse dessa informação preciosa, mídia, escola e pais poderiam passar a adotar uma postura menos reticente em relação aos games, sejam eles violentos ou não. Afinal, o imaginário negativo criado pela mídia não passa de um jogo midiático que beneficia apenas os donos dos conglomerados. Contudo, o estrago já foi feito. Ninguém em sã consciência acredita nos games violentos como emuladores de informação, por saber da força que a mídia tem em demonizar aquilo que não consegue monetizar. Resultado: mesmo que emulem informação de qualidade, os games violentos promovem um efeito colateral no universo psicossocial dos jogadores. Solução? Apostar em games cuja narrativa não fira os princípios da mãe de todas as mães – a Indústria Cultural! Mas é claro, gente! Essa não é a nossa opinião realmente genuína...

29 de maio de 2008

NewsGames - games como emuladores de notícia: uma proposta de modelo de jornalismo on-line

O conteúdo deste artigo é baseado em pesquisa de mestrado e aborda os suportes dos games como emuladores de informação, instituindo uma nova proposta de modelo de Jornalismo Online.

23 de maio de 2008

Games como emuladores de informação, aprendizagem e cognição pós-humana

O conteúdo deste artigo é baseado em dissertação de mestrado. Nele, os games são encarados como emuladores de informação, aprendizagem e propulsão cognitiva para o advento do homem pós-humano.

2 de abril de 2009

Games baseados em notícias são o novo oásis para jornalistas desempregados?


O cenário é de fim de guerra, meu amigo! Demissão em massa dentro da categoria com a redução de pessoal nas redações dos grandes jornais; fim quase certo da obrigatoriedade do diploma profissional, possibilidade de revogação da Lei de Imprensa pelo Supremo Tribunal Federal; endividamento das grandes empresas jornalísticas sem possibilidade de quitação das dívidas; fechamento de jornais acima de qualquer suspeita até nos Estados Unidos; apropriação do conteúdo de blogs amadores pelos portais de notícia sem qualquer pagamento de direitos autorais; aumento da qualidade do conteúdo postado nos blogs; fragilização da imagem do jornalista como único e melhor mediador da informação de interesse público; arrogância profissional do jornalista no trato com as fontes de informação; descaso histórico com as causas sociais, principalmente em relação aos temas ligados aos mais pobres; manutenção de uma relação cínica com os leitores, com se estes fossem ainda os mesmos cobaias da velha Teoria Hipodérmica; a informação que realmente interessa jamais é vista nas manchetes dos jornais, apenas na boca pequena que alimenta toda e qualquer corrupção que emana do poder... Mais terrível ainda é para quem se aventurou quatro anos num banco de faculdade de Jornalismo, cuja profissão perde a cada dia o status de último baluarte do espaço público. Sobre o Armagedon de uma categoria em desencanto, o Blog dos NewsGames já fez a sua aposta: o novo profissional de imprensa deve dominar, sobretudo, os games como emuladores de notícia. Por quê? Os jogos eletrônicos são a mídia que mais cresce no mundo, inclusive, durante a crise. Mas para quem ainda tem disposição para lutar numa canoa furada como rebeldes sem causa e ainda não tem medo de ficar pagando mico por aí, a loja online de camisetas Zazzle está com uma seção apenas para jornalistas com alma de Che Guevara. E para ilustrar o começo do fim do jornalista de jornal impresso, uma votação na internet escolheu a música Under Pressure (Sob pressão), do grupo Queen, isso para quem não quiser apelar para o Bolão do Pé na Cova. Ouça o podcast e leia a versão em Inglês.

31 de março de 2009

Miniblog Twitter reproduz fase final dos videogames baseados em notícia


Quem diria! O Twitter se aproxima do mesmo princípio narrativo proposto pela teoria dos games como emuladores de notícia ou acontecimento em tempo real, ao reproduzir a fase final dos newsgames. Pela teoria, a última fase é justamente a publicação de uma notícia-solução proposta pelo grupo de jogadores, após o lançamento de uma notícia-tema (que geralmente coloca em questão um problema social a ser resolvido pelos participantes) que serviu de base narrativa para iniciar a trama do newsgame. Ao apresentar técnicas narrativas presentes também no jornalismo, o miniblog reedita a publicação de posts em forma de lead pelos usuários da rede social. Com posts limitados a um número de caracteres pré-determinados, o Twitter reedita a velha técnica da pirâmide invertida usada na produção da notícia. No final das contas, o suporte do miniblog funciona como uma plataforma de game-texto, reproduzindo a última fase da Teoria dos NewsGames. Além de forçar o usuário a organizar a informação mais relevante em um espaço reduzido, a rede social contribui para que os integrantes da comunidade busquem soluções para assuntos de interesse social.

8 de março de 2009

Editores do Blog dos NewsGames lançam 'Game News Collaborator'


O Blog dos NewsGames lança mais uma novidade: o Game News Collaborator(GNC) – um game de notícia colaborativo editado no Protagonize, site de edição colaborativa de texto. No game-notícia, o jogador deve dar continuidade à notícia postada pelos editores do blog. Ao fazer a sua postagem, o usuário deve procurar sempre dar uma solução ao problema identificado em negrito em cada notícia, como propõe a Teoria dos NewsGames ao incentivar a mobilização social através da informação participativa. A primeira notícia teste foi postada pelo editor do blog, Geraldo Seabra, sobre o retorno aos gramados de Ronaldo, atacante do Corinthians. A co-editora do Blog dos NewsGames, Luciene Santos, deu prosseguimento à notícia, apontando sugestões para se recuperar a carreira do Fenômeno. O assinante do blog pode participar do game ativamente, basta fazer o login e jogar. Para postar, o jogador deve acessar a seção RECENT ACTIVITY e clicar na historia desejada, quando aparecerá os capítulos em sequência já adicionados ao game. O usuário deve ir até o último capítulo postado para, assim então, redigir a continuação da história. Feito isso, o próximo passo é postar o título do capítulo posterior, que será produzido por um novo jogador. A iniciativa do jogo tem como objetivo promover a Teoria dos NewsGames – games como emuladores de notícias, ou games baseados em notícia ou acontecimentos em tempo real.

25 de fevereiro de 2009

Games on-line promovem mais interação entre ‘jogadores vizinhos’


Após levantarem dados de 7 mil jogadores de “EverQuest II”, pesquisadores norte-americanos concluíram que os usuários de games on-line tendem a interagir mais com as pessoas que moram perto deles. A descoberta foi feita por especialistas da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas da Universidade de Northwestern, em Chicago (EUA). A conclusão marcha em direção às pesquisas feitas por Geraldo A. Seabra em sua dissertação de mestrado Games como emuladores de Informação. Em seus levantamentos, Seabra ressalta a importância do ambiente dos games on-line como forma de promover a difusão da sociabilidade e a ação política entre os jogadores das comunidades. Nesse cenário, o suporte de jogo funciona como infotenimento, ao misturar “informação e entretenimento num mesmo suporte midiático” (Castells, 2000).

29 de dezembro de 2008

Novos suportes impulsionam velhas narrativas


Apesar das possibilidades dos novos emuladores de jogos, a narrativa da maioria dos games de sucesso remonta histórias consagradas, clássicas e bastante arcaicas. Na lista dos campeões de venda em 2008, a maioria trabalha temas violentos. Uma fórmula para atrair gamers ainda formatados pela audiência de massa, na qual impera os desejos dos produtores e não os dos fãs de games.

6 de novembro de 2008

Artigo traça linha do tempo pela história dos games


Artigo científico traça uma linha do tempo pela história dos videogames a partir da perspectiva dos games como emuladores de informação. Partindo dos jogos do Odyssey 100, passando pelo Atari, PlayStation, Nintendo, Xbox 360 até a Era dos NewsGames.

1 de novembro de 2008

2008 marca consolidação dos games como notícia


2008 já pode ser considerado o ano de consolidação dos games como emuladores de informação. Badalada desde 2003, a Teoria do NewsGames ganhou mais força com o lançamento de diversos games com temática sobre as eleições nos EUA e no Brasil.

31 de outubro de 2008

Diretor da Microsoft diz que games é só diversão


"Nós estamos no negócio de produzir divertimento, não educação". A frase é do executivo da Microsoft, Neil Thompson. Mas, a Arquitetura do NewsGames desbanca essa tese, afirmando que os games podem ser informativos e emuladores de notícia.

23 de outubro de 2008

Taikodom combina games massivos e redes sociais


O game brasileiro Taikodom usa uma narrativa de vanguarda ao trabalhar uma das premissas da Teoria do NewsGames, que encara os games como emuladores de informação, notícia e agentes de sociabilidade e cidadania participativa.

2 de julho de 2008

"Por que NewsGames?" explica os motivos da criação do blog que encara os games como emuladores de notícia

A maioria das pessoas que acessam o Blog do NewsGames tem a ligeira sensação de estar diante de um outro planeta, bem distante da Galáxia de Gutemberg, comandada por extraterrestres. Leia +!