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10 de maio de 2009

Acerte o alvo da notícia que realmente interessa no Target NewsWeek


Certamente, 2 de maio de 2009 entrará para a história como o dia em que a blogosfera testemunhou o nascimento de sua mais nova estrela: Target NewsWeek. Não se trata de uma estrela qualquer, mas de algo que pode mudar o modo como encaramos as notícias. Idealizado pelos jornalistas Geraldo Seabra e Luciene Santos, o Target é uma resenha semanal que aponta, a partir do ponto de vista de seus editores, a notícia que realmente fez a diferença e contribuiu para ações e resultados práticos na sociedade. A iniciativa surgiu com o virtual desmantelamento das empresas jornalísticas, principalmente dos jornais impressos, diante de uma série de mudanças de cunho tecnológico, legal e cultural de uma das profissões mais antigas do mundo: a arte de informar. Mas a criação do post é uma resposta, principalmente, contra a produção e veiculação de notícias de conteúdo vazio, sem qualquer relevância social. É verdade que as novidades tecnológicas, em especial, minam a cada dia, de forma irreversível, o modo como produzimos e consumimos informação. E muito da derrocada do jornalismo dito profissional tem a ver também com a petulância de muitos profissionais de imprensa que se consideram acima do bem e do mal, produzindo informação vazia todo santo dia. Para quem não sabe, ainda hoje as notícias são distribuídas pelas mesmas fontes jornalísticas aos veículos de comunicação, de forma comoditizada (do termo commodities), como mercadorias comercializadas em bolsas de valores. Com o advento da blogosfera, a notícia ganhou expressão e, sobretudo, conteúdo. Por outro lado, o jornalista profissional perdeu a sua aura de único e melhor mediador da informação que realmente interessa. Nada contra um, ou a favor do outro... Na verdade testemunhamos uma mudança vigorosa de cultura, que não afeta apenas o modo como produzimos informação mas, como as tecnologias passaram a estabelecer uma nova engenharia cognitiva com os homens que as construíram. Dentro dessa realidade de cão faminto, em que a prática jornalística vem sendo bombardeada por novos suportes baseados em notícia (vide a Teoria dos NewsGames), o Target busca dividir o peso dessa balança. Busca dar visibilidade às notícias que realmente carregam o vírus da diferença, aquelas cujo conteúdo geram de fato ações e resultados práticos dentro da sociedade. Apesar dessas mudanças, o Target revela que nem tudo está perdido no jornalismo como indústria cultural. Toda semana, uma notícia de relevância social ganha a chancela do blog, ao acertar o alvo daquilo que realmente interessa na vida das pessoas. Em última análise, o novo blog configura-se como um espaço da chamada meta-notícia de relevância. O novo post está aberto à interatividade dos internautas. O usuário pode participar enviando o link da notícia que, na sua opinião, fez a diferença ao longo da semana. Dependendo da classificação, a notícia pode ser postada no blog. Mande agora a sua sugestão!

28 de fevereiro de 2009

Voto contra auto-regulamentação de conteúdo por indústria de games


O bom senso mostra que a indústria de games não pode auto-regulamentar o conteúdo nem as narrativas de jogos comerciais. Oito em cada dez pais no Reino Unido se preocupam com o conteúdo dos videogames jogados por seus filhos. Uma pesquisa do Conselho Britânico de classificação de Filmes (BBFC, na sigla em inglês) revelou ainda que 74% disseram que os videogames deveriam ser regulados por um órgão independente. Atualmente, os desenvolvedores de games ostentam o poder de auto-regular a produção de conteúdo dos jogos. Segundo o diretor da BBFC, David Cooke, “a pesquisa mostra claramente o apoio dos pais e das mães a um sistema regulatório para games que seja independente da indústria de games baseada no Reino Unido". Além da regulamentação, os pais passaram a se preocupar com a alteração de comportamento. Cerca de 80% os pais acham que as imagens dos games afetam o comportamento das crianças. Esse percentual elevado indica que os games não podem ser mais encarados como mero entreteni- mento, mas, sobretudo, como ferramentas de aprendizagem e elevação da cognição dos jovens.