newsgames - teoria dei games come notízie Blog do NewsGames Blog dos NewsGames: futebol Blog of the NewsGames
Busca
logo_news
Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador futebol. Mostrar todas as postagens

2 de outubro de 2013

NewsGames, giochi d'azzardo e la redenzione al poker del Ronaldo Fenomeno

Senza entrare nei mali sociali, economici e psicologici causati dal gioco d'azzardo, l'uso di personaggi famosi, come Ronaldo Fenomeno, in pubblicità di questo genere di gioco inverte completamente la logica in favore di giochi come semplice informazione e notizia. Dopo tutto, la demonizzazione storica della parola 'gioco' proviene esattamente del gioco d'azzardo. Sono giochi in cui la possibilità di vincere o perdere non dipende dall'abilità del giocatore. Ma unicamente sulla fortuna o la sfortuna di chi gioca. Ci sono due categorie distinte: la sfortuna con abilità e fortuna pura. Il timore è che l'iniziativa di utilizzare dell'Olimpo nel gioco d'azzardo in pubblicità può demonizzare anche il gioco termine e ridurre la convinzione che le piattaforme di gioco possono anche funzionare come base di informazioni reali. Per l'essenza del gioco d'azzardo è il processo decisionale del giocatore in condizioni di rischio economico. Piuttosto, le narrazioni dei giochi sulla base delle informazioni hanno come premessa basica aumentare la capacità criica del giocatore per agire socialmente e politicamente nella città in cui vive. Legge più in Portoghese.

4 de julho de 2010

Jogadores, torcedores e imprensa não entendem nada do jogo do qual são fãs


Atualizado às 08h04 - 05/07
Após a eliminação do Brasil da Copa do Mundo, o narrador de futebol da TV Globo, Galvão Bueno, disse categoricamente que a derrota de 2 a 1 da Seleção Brasileira para a Holanda não passava de um mero jogo de futebol. Talvez o nobre narrador disseste isso como forma de amenizar a dor dos brasileiros. Em cifras, o país já perdeu 85 milhões de reais em produtos encalhados ligados à copa do mundo por conta da eliminação precoce do Brasil. De qualquer forma, a maioria dos jornalistas, comentaristas, jogadores e técnicos de futebol não entendem nada de futebol. Mas como isso é possível? Muito simples! A maioria das pessoas leigas ou não encara o futebol apenas como lazer e entretenimento. E na verdade não é! O futebol vai muito além de uma simples partida em si. Em geral, o jogo de futebol, em função de sua amplitude midiática, se reveste de uma aura informativa que não existe em nenhum outro jogo conhecido. Tem uma capacidade inigualável de versar imaginários bons e ruins, com uma força tão grande que a maioria das pessoas prefere vê-lo apenas como lazer de quarta e domingo. Eis o medo que a alienação que esse mesmo jogo pode proporcionar... Embora seja bastante óbvio, a conquista do tricampeonato em 1970 foi logo desvinculada pelos jogadores dos mesmos propósitos dos governos militares, inclusive, por Tostão, que hoje percebe no futebol também uma porção maligna de alienação do povo por força de suas estonteantes imagens. Tanto poder já justifica a presença de mais de 300 profissionais de imprensa só do Brasil na cobertura da seleção durante a Copa da África. Contudo, muitos de nós não entendem nada de futebol, embora sejamos pentacampeões mundiais. Um deles é Dunga, técnico encomendado pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para colocar ordem na casa depois do desastre de 2006. Dunga implantou um modelo gerencial usado para motivar funcionários de empresas em processo de falência. Trocou os pés pelas mãos! Não fez uma coisa, nem outra. O Brasil saiu pelas portas do fundo da África, embora a CBF tenha saído fortalecida com os cofres cheios. Na verdade, o Dunga e toda a patota da CBF não querem saber da amplitude informativa que a marca do futebol brasileiro emana. Claro, nada começou na era Dunga. Mas nos tempos de um negro chamado Pelé. Antes da Copa de 58, o Brasil vivia à sombra da Argentina. Bastou um lance genial de Pelé para fazer ruir o frágil imaginário argentino, que até então assombrava a América Latina com sua empáfia militar. A partir daquele instante surreal, o Brasil deixa para trás a sua longa história de patinho feio para assumir um posto importante de liderança na geopolítica mundial. E o que um simples jogo de futebol tem a ver com isso? Tudo! A imagem criada por Pelé foi assustadoramente grande que, somadas a tantas outras sem tanta visibilidade assim, redefiniram a cotação internacional dos produtos que tem a chancela brasileira. Entre todos os produtos comercializados pelo Brasil no exterior, a imagem da Seleção Brasileira reluz sem retoques. Assim como Dunga, o jogador Felipe Melo não entende nada de futebol, dentro de campo e fora dele. Ao ignorar a responsabilidade de defender a camisa do Brasil com dignidade e respeito, assim como fizeram os uruguaios contra Gana, ele e muitos de seus colegas de seleção, jogaram apenas como se o futebol fosse só mais um jogo. Ao cavar a sua própria expulsão no momento em que seus colegas e nós mais precisávamos dele, o jogador deu as costas não só para si, mas para um país inteiro. Cuidado! Ele (e muitos de nós) ainda não sabe que um simples jogo de futebol é muito mais que as suas belas imagens sugerem... E sob esse prisma, Tostão também não entende nada de futebol!

1 de julho de 2010

França é 1º país a reconhecer poder informativo de jogo visto só como lazer


Atualizado às 19h48 - 29/06 Menos de uma semana de nossa última postagem sobre o poder informativo do futebol, a França – morada do Iluminismo e Renascimento – surpreende o mundo ao surgir como o primeiro país a reconhecer a influência informativa do esporte explorado comercialmente pela Fifa. Embora para milhões de fãs do mundo inteiro o futebol seja encarado como mero entretenimento e lazer, a natureza do próprio jogo abriga um poder de emular informação que extrapola em muito as circunferências dos estádios, apesar do descaso com que a questão vem sendo tratada pela própria entidade responsável pela monetização do jogo mais jogado do planeta. Esta semana a Assembleia Nacional da França fez uma convocação formal do técnico da seleção francesa, Raymond Domenech. Na reunião com cara de sabatina, Domenech foi obrigado a dar explicações públicas sobre as razões do fiasco da França no Mundial da África, onde a equipe foi eliminada ainda na primeira fase da competição. Do alto de sua capacidade de enxergar o futebol além do jogo em si, os políticos franceses consideram que a imagem do país saiu bastante arranhada com o vexame francês na Copa do Mundo. Nesta mesma semana, a Nigéria também se curvou em reconhecer o valor informativo do futebol para muito além das quatro linhas do famoso tapete verde. De forma unilateral, o governo nigeriano decidiu retirar a seleção do país de qualquer competição internacional. Tudo porque a atual seleção nigeriana foi muito mal no mundial sediado em solo africano, amargando a última colocação entre as 32 equipes participantes. Para as autoridades nigerianas, o fracasso no jogo de futebol atingiu em cheia a imagem já bastante desgastada de um país que ainda luta para sair do apartheid fruto de sua pobreza social. A punição tem duração de 2 anos, até que a Federação de Futebol da Nigéria possa se reorganizar. No México, a informativa do futebol ameaça a vida dos familiares do jogador Osório, aquele que teria falhado no segundo gol da Argentina pelas oitavas de final. Um caso semelhante mas com final trágico ocorreu após a eliminação da seleção colombiana precocemente da Copa dos Estados Unidos, em 1994. O jogador Escobar foi morto por compatriotas por ter sido responsabilizado pessoalmente pelo fracasso de uma equipe que tem outros 10 jogadores para supostamente dividir qualquer culpa de sucesso ou não. Sobrou até para o português Cristiano Ronaldo. O melhor do mundo em 1998 recebeu toda a fúria dos torcedores após a derrota de Portugal para os vizinhos espanhóis, o que adiou o sonho de repetir pelo menos o feito de 1966, quando os nossos patrícios ficaram em 3º lugar na Copa da Inglaterra. Sem querer fazer aqui qualquer juízo de valor político-ideológico sobre quaisquer decisões tomadas pelos estados nacionais mencionados acima, o fato é que o futebol há muito tempo emula informações que influenciam o destino político, econômico e social de muitas nações que em torno dele orbitam. Agora ainda mais por força do poder e alcance dos suportes midiáticos. Com advento da convergência das mídias, nenhum jogo mais tosco que possa aparentar deixa de ser um vetor informativo com poder de influenciar outros extratos sociais que não permeiam necessariamente a esfera nada singela da Jabulani – a bola mais comentada de todas as copas.

22 de junho de 2010

Fifa ignora poder informativo da narrativa do jogo explorado por ela mesma


Atualizado às 18h12 - 25/06 Definitivamente, a FIFA - entidade maior do futebol mundial - tema em não reconhecer o poder informativo da narrativa emulado pelo gênero de jogo explorado por ela: o futebol. Esse descaso da Fifa ficou gritante no jogo entre Brasil e Costa do Marfim, partida pela segunda rodada da Copa do Mundo da África, vencida pela seleção brasileira por 3 a 1. Durante a partida, diversas irregularidades cometidas contra as regras do jogo foram assinaladas pela crônica esportiva, sem a devida punição pelo árbitro. Isso se deve ao fato de os juízes de futebol ainda não poderem usar as tecnologias disponíveis como auxílio para tornar a narrativa do esporte mais justa e leal, como ressalta o slogan da Fifa: Fair Play, ou em bom português, jogo limpo. Sem o auxílio da tecnologia, os árbitros ainda cometem diversos erros que acabam influenciando no resultado do jogo. O que é para funcionar como um grande espetáculo esportivo de alto nível profissional acaba virando uma festa de amadores. O que para a Fifa não tem a mínima importância, para as comunidades virtuais tem sido excelente exercício de análise crítica, principalmente da falta de cuidado da entidade responsável pela organização da copa do mundo com a informação que o próprio futebol emula. Essa informação se dá de diversas formas dentro e fora do campo de jogo em si. Devido à polêmica que essa modalidade de esporte gera, grande parte da informação emulada pelo futebol vem de fora das quatro linhas do gramado. Isso graças especialmente à crônica esportiva que faz o trabalho de repercutir tudo que acontece dentro e fora do tapete verde. Um exemplo partiu do site da Abril.com ao reproduzir a repercussão negativa no jornal argentino Olé de um dos gols do atacante brasileiro Luís Fabiano:

“A mão do diabo” foi a expressão utilizada pelo principal jornal esportivo da Argentina para explicar o segundo gol do Brasil na vitória sobre a Costa do Marfim (...) Para o Olé, a vitória brasileira pode ser assim resumida: “Escandalosa mão de Luís Fabiano antes de fazer o segundo gol da vitória brasileira (...) Mas os argentinos não foram os únicos que se enfezaram com a endiabrada mão de Luís Fabiano. Na Costa do Marfim, as manchetes também foram críticas. “A mão do assassino”, definiu o Soir Info. “A mão vergonhosa que enforcou a Costa do Marfim”, lastimou o L’Inter.

Mas com a queda gradual da hegemonia das mídias de massa, a Fifa perderá a cada dia a sua maior fonte de sustentação econômica: a receita publicitária advinda das grandes empresas multinacionais. E são essas receitas que mantem ainda a força e interesse pelas copas do mundo promovidas pela Fifa. Como a tendência é a diversificação cada vez maior dos investimentos publicitários entre suportes da chamada Nova Mídia, com o tempo o futebol deixará de ser um negócio tão lucrativo como é hoje. Duvida? Quando a derrocada publicitária vier, a Fifa ficará sem sua principal fonte de renda. Continuar negando o poder das novas tecnologias para auxiliar os árbitros dentro de campo é o mesmo que continuar negando a informação que o próprio futebol emula.